Uma Outra Viagem...
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Todos sabemos como começa. Como termina depende de cada um de nós.

Arnoud/Male/26-30. Lives in Brazil/Rio Grande do Norte/Natal/Potilândia, speaks Portuguese and English. Spends 20% of daytime online. Uses a Normal (56k) connection.
This is my blogchalk:
Brazil, Rio Grande do Norte, Natal, Potilândia, Portuguese, English, Arnoud, Male, 26-30.

Blog da Cora

Viver Para Ser


Marketing Hacker


No Mínimo


...Fazer Algo Para Melhorar!


Querido Leitor


Percorrendo Horizontes (minha página)

Domingo, Abril 30, 2006


Gauches

"Quando nasci, um anjo torto,
desses que vivem na sombra disse:
Vai, Carlos! Ser gauche na vida..."
Carlos Drummond de Andrade

Suponho que seja assim que as coisas começam. Ninguém decide ser gauche. Esta deve ser uma característica tão íntima ou profunda que já vem impressa na alma do indivíduo. Não se compra ou toma-se emprestado. Tampouco é coisa que tenha cura.

Esta condição, posto que não conheço termo melhor para me referir a esta qualidade do ser humano, é desde sempre vivida como um certo puxão na perna. Quando na adolescência sentimos as primeiras fisgadas do destino, e ainda não desenvolvemos a destreza de conviver com nós mesmos, parece que devemos tomar a sério as estórias da Cegonha. É um tal de desencontro, descompasso, inadequação. Olhamos sempre para o lado errado. Somos clandestinos, penetras num mundo de normóticos.

Creio que tortos sejam muitos, numa quantidade que não sei dizer. E por que não esbarramos com eles a toda hora? - me pergunta o leitor. Suposto que esbarramos, o caso é de saber o que o que as pessoas fazem com esta prenda ao longo da existência.

Muitos devem ser aqueles, que percebedores do que são, operam grande empenho numa cruzada de adaptação. Sendo um incômodo para a qual não existe medicina, o que conseguem é espremer um cilindro dentro de um buraco quadrado. Trocam o mando pela rédea.

Outros, sabe-se lá o motivo, escolhem viver na tormenta e tirar dela contentamento. Quiçá algum ganho. Não exige mais esforço do que ir no caminho contrário mas pode cobrar o preço da eterna percepção de que não fazemos parte da multidão. Deste grupo surgem artistas de toda sorte, loucos, palhaços, cientistas. Há também políticos, militares e outros lideres criminosos.

Por mim escolhi a segunda vereda, que até hoje não me trouxe glória ou fortuna. Mas nenhum bebê dorme como eu. Portanto faço empréstimo dos versos de Chico Buarque.

"Quando nasci veio um anjo safado
O chato dum querubim
E decretou que eu tava predestinado
A ser errado assim
Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim"



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Sábado, Abril 29, 2006


A mídia é uma Merda...

... mas as vezes faz umas coisas tão bonitas.



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Quarta-feira, Abril 26, 2006


Que coisa linda!

"Se o amor é um idioma, só sei falá-lo com sotaque,
escrevê-lo com erros de ortografia e gramática
e traduzi-lo com enganos de interpretação.
Se é um lugar, deveria ter aprendido a usar uma bússola..."


Lou Salomé que descobri através de Denise Arcoverde.



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Segunda-feira, Abril 24, 2006


As Sandálias da Humildade

Havia marcado com um colega de fazer um passeio neste feriadão.

Seria uma pedalada de 80 km do limite da cidade de Natal até a vila de Cajueiro no município de Touros, logo depois do famoso Farol do Calcanhar. Excelente estrada, com poucas subidas, quase nenhum tráfego e vento a favor. A idéia era chegar, comer um miojo, dormir um pouquinho e voltar, agora com vento contra.

Saímos exatamente as 6 da manha e fui puxando um ritmo forte. Ou pelo menos era o q eu achava. Fizemos a primeira parada com uma hora de pedal. Eu comi uma barra de cereal tomei alguns goles de gatorade e muita água. Mas ali mesmo já me deu um enjôo.

Com duas horas fizemos outra parada e ai eu já não estava bem mesmo. Ficamos ali uns 15 minutos e quando começou a chover continuamos. Eu adoro pedalar na chuva, me senti forte e disposto. Chegamos a andar a 36 Km/h por um tempo. Mas a chuva passou e a força acabou de vez.

Me joguei no chão. Meu colega Bira me ajudou e chegou seu Raimundo de Barra Circular toda cheia de lama. Apesar de barriga saliente o cara ficava tirando onda, dizendo que se tivesse uma bicicleta com marchas nunca ia desistir, e coisa e tal. Mas falava sem maldade.

As brincadeiras do Raimundo me deram alguma vontade de ¿mostrar serviço¿. Arrancamos a toda e nem quis olhar pra trás. Também nem precisou precisou. Em menos de um minuto Raimundo estava do nosso lado... pedalando e conversando... Eu nem tentei responder.

Logo a diante paramos para tirar uma foto (que não funcionou) e do nada meu pneu dianteiro estourou. Nunca vi nada assim. Alias não me lembro a última vez que furei um pneu. Raimundo seguiu seu caminho e Bira me ajudou a trocar o pneu.

Seguimos adiante, mas eu já estava acabado. Não sei de onde tirei forças para pedalar. Já não eram só as pernas que doíam. Doíam os braços, os punhos, o pescoço, a bunda... Como seria bom uma reclinada!

Paramos mais uma vez na entrada de Touros. Faltavam uns 5 km mais ou menos, mas eu simplesmente não agüentava mais. Me sentia um lixo. Mesmo parado e dor parecia aumentar. Quase chorei.

Pensei comigo: ¿Então ISSO é sofrer!¿

Nestes meus anos de ciclista eu nunca havia sofrido de verdade. Sempre fui o cara que puxava o ritmo, que incentivava, que empurrava quem queria desistir ou eu desistia antes de chegar ao meu limite. Mas eu não insistia demais e nem gostava de ver alguém fazendo isso com os outros. Eu aceitava e pronto. Entretanto agora eu sabia o que os outros sentiam. Agora eu sabia o que é ¿não ter e ter que ter pra dar¿.

Fomos adiante mas eu já não era um ciclista. Talvez fosse um monte de geléia que só existia para sentir dor. Uma geléia que estava prestes a se desmanchar. Faltando 1 km meu limite chegou. Simplesmente parei de pedalar. Já não me importava com mais nada. Por mim ficaria jogado na beira da estrada. Bira começou a me empurrar. Eu nem conseguia olhar pra frente. Interessante que não era falta de fôlego. Foi falta de pernas, força e energia.

Mas nada é tão ruim que não possa ficar pior. Quando chegamos em Cajueiro, a cada irregularidade do calçamento eu sentia como se fossem socos nos meus rins. Posso dizer que 100% do meu corpo sentia dor naquele momento.

Finalmente chegamos até a casa do Bira. Rapidamente procurei uma cama para me jogar e fiquei ali por um bom tempo. Mas não consegui dormir. Bira estava 100% e saiu para buscar algo para bebermos. O cara pedala há apenas alguns meses mas tem um ótimo preparo e penso que poderia voltar para Natal sem problemas.

Depois de comer alguma coisa, voltamos de ônibus no final da tarde, onde finalmente consegui dormir um pouco. Mesmo com tudo o que passei nosso ritmo até que foi bom: 83,2km em 3h30min de pedal, com uma média de 23,4 km/h.

Não sei qual foi o meu problema ontem. Provavelmente autoconfiança demais. Fazia umas semanas que não pedalava uns 50 km Me alimentei mal. Estou ficando velho. Ou pode ter sido qualquer outra coisa ou um conjunto de motivos.

Uma grande experiência. Um dia para não esquecer. Como são os dias que passamos pedalando.



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Domingo, Abril 23, 2006


Humor

Essa do Tomas Bastos é muito boa!



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Quarta-feira, Abril 19, 2006


Uma idéia na cabeça...

Veja só que história interessante:

Um cara não tinha onde morar. Ficou imaginou como ele poderia ter uma casa própria. Viu que tinha um clip, desses de prender papel. Através do site de trocas Craigslist ele ofereceu o tal clip em troca de algo apenas um pouco melhor. Conseguiu uma caneta estilizada. A caneta ele ofereceu novamente no sitio e conseguiu trocar por uma maçaneta artezanal.

E assim ele continuou trocando as coisas. Durante cerca de uns 10 meses ele foi passando de uma coisa para outra e aumentando o valor do que tinha

Resumindo. Ele ainda não conseguiu uma casa, mas já tem onde morar de graça por um ano.

E nesse meio tempo seu blog acabou se tornando conhecido de modo que já deve estar ganhando alguns trocados do Google Ads além de ofertas para vender sua história ao cinema.

É ou não é inspirador?



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Terça-feira, Abril 18, 2006


Tem Cada Uma...

A folha publicou Horóscopo Maldito, com os defeitos de cada signo...

Para aqueles que acreditam nisso, segue o meu.

Você é metido a sério, conservador e politicamente correto. Na verdade você é um materialista, falso, ambicioso e safado. Você tem uma tendência de ser enrustido em tudo. Você é frio, não tem emoções e freqüentemente dorme enquanto está transando. Você gosta de manter as aparências e quando encontra um "amigo", abraça, deseja tudo de bom... Mas na primeira oportunidade puxa o tapete dele e depois vai dormir de consciência tranquila. Você nunca joga limpo e sua frieza faz de você um sanguinário completo. Mas que importa? Se a grana está entrando... ótimo!



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Segunda-feira, Abril 17, 2006


A Vingança é a Liberdade

Na companhia de Iluska fui ver V de Vingança e não nos decepcionamos. No filme há citações várias, de Matrix a 1984 passando por O conde de Monte Cristo. O filme não dá mole aos governos reacionários atuais. Ótimas atuações e uma direção de arte impecável completam esta obra de arte

V é o cara. No seu passado sofreu coisas que ninguém devia sofrer, muito menos nas mãos do governo, mas acaba dando a volta por cima. Não é um mocinho no sentido tradicional. V é um terrorista. Literalmente. Para ele o uso da violência é aceitável e por vezes necessário. Ele diz e age segundo este ponto de vista. Sua missão não é construir e sim destruir as estruturas que criam o medo para controlar e abusar do povo.

Subversivo é pouco! Mas coisas semelhantes foram ditas em Matrix e não chocaram ninguém. Por que será? O filme se passa num futuro próximo, mas poderia ser hoje. O controle da mídia, a guerra, a violência como argumento, novas doenças, etc. Está tudo lá... ou aqui.

V está muito bem interpretado por Hugo Weaving. Aliás, é notável a coragem do ator em aceitar um papel no qual seu rosto permanece encoberto por uma mascara em 100% das cenas. Somente com seus gestos e sua voz Weaving dá corpo ao sofisticado, determinado e por vezes cruel V.

Natalie Portman está excelente no papel da frágil e ordeira Every, órfã que teve seus pais seqüestrados pelo governo ditatorial em que vive.

Every simbolicamente interpreta o povo e o processo pelo qual ela passa mostra o quão difícil é a tomada de consciência. O caminho para a liberdade é longo e exige mais do que boa vontade. Em sua cela, ela é o retrato daqueles que sofrem por serem leais às suas consciências. Por fim Every, ao perder toda a confiança nas estruturas tradicionais, encontra-se pronta para seguir seu próprio caminho. Antes fraca e alienada torna-se forte. Neste aspecto o filme vai além da política e pode ser visto como um ensaio quase filosófico.

Não há excesso de efeitos especiais, a pesar da presença do famoso ¿bullet time¿ só que agora com adagas. Um filme sóbrio que apela muito mais à reflexão do que à ação. Como atores coadjuvantes o filme se da o luxo de contar com John Hurt, Stephen Rea e Stephen Fry. Todos ótimos atores ¿cult¿.

Um excelente filme. Se quiser se aprofundar mais neste universo leia a Grafic Novel que lhe deu origem, V de Vendetta, que deve ter sido relançada. No papel a história é mais pesada e sombria.



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Sábado, Abril 15, 2006


14 Bis Bis!

Um empresário goiano construiu uma réplica do 14 Bis. E voa!



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Sexta-feira, Abril 14, 2006


Roberto Freire

Ou somos nós mesmos ou não somos coisa nenhuma. E para ser si mesmo é preciso um trabalho de mouro e uma vigilância incessante na defesa, pois tudo conspira para que sejamos meros números, carneiros nos vários rebanhos. (...) Há no mundo ódio a exceção e ser si mesmo é ser exceção.



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Segunda-feira, Abril 10, 2006


O Artista, o Artesão e a Arte

Neste post do Alex de Castro, há a exposição de alguns argumentos que eu mesmo venho pensando já há bastante tempo.

O que é um Artista? O que o caracteriza? E o Artesão?

Na verdade meus questionamentos vão mais além. Fico me perguntando: Afinal o que é Arte?

A melhor resposta a que já cheguei é de que Arte é aquilo que o Artista faz.

Sugestões nos comentários, por favor!



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Domingo, Abril 09, 2006


O que será...

Para entender as relações entre os trabalhadores e aqueles que detêm o capital recomendo a leitura deste artigo do Mario Sergio Conti.

É possível ver como os trabalhadores estão sendo pressionados a entregar seus direitos em troca de.... Em troca de que mesmo?

No artigo há uma retrospectiva histórica dos últimos 25 anos com o crescimento das forças conservadoras que aos poucos vão precarizando as relações de trabalho. De Reagan até Villepin passando por Margaret Thatcher.

O autor sugere que as atuais greves na França são vão definir os próximos tempos no mundo todo.



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Sábado, Abril 08, 2006


Quatro Casamentos e Um funeral

Acho que lembrei de um filme do tipo de Briget Jones, só que com o personagem principal masculino.

Em Quatro Casamentos e Um funeral o recém chegado aos 30 anos Charles (Hugh Grant) vive uma atribulada e engraçada vida na Londres atual. Sua musa Carrie (Andie MacDowell) é uma pessoa bastante diferente e ele tem dificuldades em assumir a relação. Mas o amor é mais forte e de casamento em casamento dos amigos os dois vão se aproximando.

As situações são engradadas, mas não necessariamente absurdas. O humor inglês é imbatível e temos paisagens e a fotografia muito bonitas. A trilha sonora é 10 com clássicos como You Re The First The Last My Everything, Smoke Gets In Your Eyes, I Will Survive.

Apesar do funeral o filme tem final feliz e para mim é muito mais uma comédia romântica do que uma seqüência de palhaçadas.

Nestes filmes temos uma visão delicada do mundo, otimista até, na qual as pessoas podem encontrar suas caras-metades mesmo que aos trancos. Além disso as pessoas não se enquadram nos estereótipos sociais e por isso mesmo, são pessoas mais normais, comuns. Como nós.

Em Quatro casamentos e um funeral, assim como em Briget Jones e Casamento Grego, o sexo é tratado como algo simples. Uma dádiva e não um trauma. Este é mais um dos motivos que me levam a gostar tanto deles.

O sexo e liberdade de usufruí-lo com quem melhor lhe apetecer convivem bem com o romantismo. Destaco uma cena com um personagem coadjuvante que se despede do companheiro com alguns dos versos mais bonitos que conheço.

Parem os relógios
Cortem o telefone
Impeçam o cão de latir
Silenciem os pianos e com um toque de tambor tragam o caixão
Venham os pranteadores
Voem em círculos os aviões escrevendo no céu a mensagem:
"Ele está morto"

Ponham laços nos pescoços brancos das pombas
Usem os policiais luvas pretas de algodão.

Ele era meu norte, meu sul, meu leste e oeste.
Minha semana de trabalho e meu domingo
Meu meio-dia, minha meia-noite.
Minha conversa, minha canção.

Pensei que o amor fosse eterno, enganei-me.
As estrelas são indesejadas agora, dispensem todas.

Embrulhem a lua e desmantelem o sol
Despejem o oceano e varram o bosque
Pois nada mais agora pode servir.

Funeral Blues
W. H. Auden

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Capitalismo

Vivo tentando necessitar de poucas coisas. Em especial desejo comprar cada vez menos.

Entretanto não vou negar que em certos momentos me espanto com as possibilidades de gastar dinheiro. Mesmo que não pretenda faze-lo.

Veja só o que é possível comprar. Ou, num outro modo de ver a coisa, veja o que produzem para que as pessoas gastem seu dinheiro. Ou ainda, veja como é possível ser realmente estiloso.

Entre outras coisas você encontrará:

Blocos de madeira que na verdade são relógio digitais;

Cubo Mágico para cegos;

Caixas de som feitas de papelão dobrável;

Bolsa feita com imitação de pele humana;

O nome do blog é TechEBlog.



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Quarta-feira, Abril 05, 2006


Marisa Monte

Os novos discos da Marisa Monte não são CDs. Parecem CDs mas não seguem o padrão oficial e mundial.

Eles trazem um um sistema chamado DRM que, querendo você ou não, instala um programa de proteção anti-cópia no seu computador.

Este programa, além de poder trazer um mal funcionamento ao seu computador, traz um spyware de presente.

Basicamente a gravadora da Marisa trata quem compra os discos originais como ladrão.

O mais interessante é que, no final das contas, ele não impede a cópia das músicas. Alias, elas já estão na Internet em redes de troca de arquivos.

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Alias,

A pedido de Iluska, que infelizmente abandonou a blogosfera, os links neste blog sempre abrirão em uma outra página.

Isso é para ajudar os usuários do Internet Explorer. (O quê? Você ainda usa isso?!)


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Se você acertar...

Quem é esta pessoa ganha um presetinho.

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Vídeos à mão cheia

Com o enorme crescimento do número de usuário com banda larga, os vídeos são a nova onda da Internet.

Tem de tudo: de babozeiras e filmes clássicos, de pornografia amadora à programas de TV.

Seguindo este caminho há muitos sítios que permite aos usuários, pessoas ou empresas, publicar vídeos e disponibilizar aos amigos ou a qualquer pessoa. O mais conhecido atualmente é o YouTube. Mas o Google, e a Microsoft também já tem as suas próprias páginas.

O problema principal é que não é possível salvar os vídeos no HD, somos obrigados a assistir na página mesmo.

Éramos! Como nada na Internet consegue ficar preso por muito tempo, através deste endereço, conseguimos baixar vídeos de qualquer página e salvar no nosso computador.

É simples e fácil.

O único senão é que o arquivo é salvo no formato .flv, que precisa de um tocador específico. Mas já já alguém descobre um jeito de passar para mpg e daí tudo bem.

De nada!



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Terça-feira, Abril 04, 2006


Guerrilha

A GM norte americana achou que teve uma boa idéia. Para o lançamento de sua nova e enorme pick up, ela convidou os visitantes do seu portal a criarem propagandas para o novo veículo.

Pois se deram muito mal. Várias pessaos criaram anúncios criticando o carro e a sociedade do automóvel.

Algumas das peças são muito criativas e incluem frases como:

Libera toneladas de gás carbônico que permanecem na atmosfera por cem anos.

Num mundo com reservas limitadas,

você não precisa de GPS para saber aonde essa estrada vai nos levar.



Veja aqui, e outra aqui.

Táticas de guerrilha muito bem executadas



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Sábado, Abril 01, 2006



Make your own kind of music

Sing your own special song

Make your own kind of music

Even if nobody else sings along.


Mamas And The Papas



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